Alcest – Les Voyages De L’Âme

With each new Alcest releases, is a certainty that these are great melodies and small epic pieces of this complex work of art.
The album opens with the beautiful Autre Temps, where Neige melodies ooze abuse of travelers and enigmatic vocals adding a touch melancholy and showing us what awaits us on this album by the end of your hearing.
Là Où Naissent Les Nouvelles Couleurs is the following and find what it does best Neige, distorted guitar, melancholy vocals and then migrate your sound traveler to storm black metal, raw and harsh features of the band.
Les Voyages De L’Âme, music that gives name to the play and for me one of the best songs made by Neige. The atmosphere of the band brings a melancholy and to get carried away by the vocal lines, you feel your body float like your soul if you really wanted to break away and leave this world of darkness behind.
Nous sommes L’Emeraude is one of the most “lively” with a beautiful melody and clear lines that follow the vocals of Neige, detail for the backing vocals in the background composing harmony. For those unaware, this track was written by the Belgian poet Charles van Lerberghe.
Beigns of Light is more “black” and in spite of all corals in the beginning, all the angry side comes up in that range. We can hear some words being whispered the background giving a touch melancholy to it.
From Faiseurs Mondes reminds us of the ancient works of Alcest, with a focused approach to black metal, bringing me to mind the days of loneliness of my youth, where he spent several hours listening to songs that comforted me was the soul. We notice this feeling of comfort in the middle of the track because depending on your mood, it is possible to feel a veil of gloom surrounding him.
Havens is just a passage to Summer’s Glory that closes the album in a unique way, like a summary of everything we’ve heard before. And surely will be one of the best releases of the year.
Now just put back to play and feel it all over again and again.

 

Alcest – Les Voyages De L’Âme (Prophecy Productions)
1. Autre Temps
2. Là Où Naissent les Couleurs Nouvelles
3. Les Voyages de l’Âme
4. Nous Sommes l’Emeraude
5. Beings of Light
6. Faiseurs de Mondes
7. Havens
8. Summer’s Glory

 

 

Contatos:
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Alcest – Les Voyages De L’Âme

A cada novo lançamento do Alcest é uma certeza de que grandes melodias estarão presentes e pequenas peças épicas fazendo parte dessa complexa obra de arte.
O disco abre com a bela Autre Temps, onde Neige esbanja melodias viajantes e abusa dos vocais enigmáticos dando um toque melancólico e nos mostrando o que nos aguarda nesse álbum até o final de sua audição.
Là Où Naissent Les Couleurs Nouvelles é a seguinte e nela encontramos o que Neige faz de melhor, guitarra distorcida, vocais melancólicos para depois migrar seu som viajante à tempestade black metal, crua e ríspida característicos da banda.
Les Voyages De L’Âme, música que da o nome ao play e para mim uma das melhores canções feitas por Neige. A atmosfera da faixa nos traz uma melancolia e ao se deixar levar pelas linhas de vocais, você sente seu corpo flutuando como se realmente sua alma quisesse se desprender e deixar esse mundo de trevas para trás.
Nous Sommes L’Emeraude é uma das mais “animadas”, com uma melodia bela e linhas claras que seguem os vocais de Neige, detalhe para o vocal de apoio ao fundo compondo a harmonia. Para quem não sabe, essa faixa foi escrita pelo poeta belga Charles van Lerberghe.
Beigns of Light é a faixa mais “black” de todas e apesar dos corais no início, toda o lado raivoso vem à tona nessa faixa. Podemos escutar algumas palavras sendo vociferadas ao fundo dando um certo toque melancólico a ela.
Faiseurs De Mondes nos faz lembrar dos trabalhos antigos do Alcest, com um approach voltado ao black metal, me trazendo a mente os dias de solidão de minha juventude, onde passava horas e horas escutando diversas canções para que me fosse confortada a alma. Podemos notar essa sensação de conforto na metade da faixa pois dependendo de seu estado de espírito, é possivel sentir um véu de melancolia lhe envolvendo.
Havens é apenas uma passagem para Summer’s Glory que encerra o álbum de maneira ímpar, como se fosse um resumo de tudo que ouvimos anteriormente. E com toda certeza será um dos melhores lançamentos do ano.
Agora é só colocar pra tocar para sentir tudo novamente.

 

Alcest – Les Voyages De L’Âme (Prophecy Productions)
1. Autre Temps
2. Là Où Naissent les Couleurs Nouvelles
3. Les Voyages de l’Âme
4. Nous Sommes l’Emeraude
5. Beings of Light
6. Faiseurs de Mondes
7. Havens
8. Summer’s Glory

 

 

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Abstract Spirit – Horror Vacui

Houve um período obscuro em minha vida que por questões de sobrevivência eu deixei de lado o doom metal e fui dar uma arejada na cabeça, e entre 2007 e 2009 me mantive longe de toda essa depressão. E nestes longos 2 anos, muitas bandas surgiram, principalmente vindas da longínqua Russia. E quando recebi esse material, pensei que fosse uma banda nova e quando fui verificar sua discografia, constatei que se trata de seu terceiro cd.
E o que encontramos aqui é um Nihilistic Funeral Doom por vezes comparado ao Tyranny e ao seu compatriota Comatose Vigil, mesmo porque o seu vocalista A.K. iEzor também leva os vocais e a bateria.
Todas as faixas são cantadas em russo e mesmo sem entender “bulhufas” do que está sendo cantado, notamos todo o desgosto que este cidadão sente por sua vida.
Este cd chega a ser tão deprimente que tive que ouvir por partes, não que me deixasse em estado lamentável por já estar mais acostumado, mas temia pela vida de outros ao me redor. VIde as faixas Za Predelami Somknutih Vek, Post Mortem e Pulse, se você sobreviver à estas, das duas uma, ou você mudará logo para outro disco para “dar um tempo na cabeça”, ou você está decidido a ir desta para uma melhor.
Outros destaques vão para a instrumental Vigiliae Mortuorum, que é uma faixa instrumental mas digna de uma pequena trilha sonora de um filme de terror e Horror Vacui, que ao se deixar levar pelas vozes desesperadas ao fundo, por vezes você estará enxergando os espíritos do umbral te rodeando e tentando lhe convencer de abandonar este plano.
Em suma, um poderoso álbum de funeral doom gravado por esses russos insanos, capitaneados por um veradeiro ser introspectivo, altamente recomendado.

 

Abstract Spirit – Horror Vacui (Solitude Prod)
1. Za Predelami Somknutih Vek
2. Post Mortem
3. Pulse
4. Vigilae Mortuorum (interludium)
5. Bez MenyaÖ Mertvoe ZavtraÖ
6. Atrophia Mirovozzreniya
7. Horror Vacui

 

 

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Cold Colours – The Great Depression

Há um tempo atrás, em meio a avalanche de materiais que chegaram em minhas mãos, esse material acabou passando batido. Olhando/escutando esse material, que pouco ou nada tem a ver com o tema do blog, mas olhando em toda sua essência me perguntei porquê não resenhá-lo?
Tá certo que o que impera nesse cd são as partes death metal, mas que em muito tem uma essência dark e até de metal progressivo.
Deny, Embrace, Define é um resumo de tudo isso, pois começa agressiva, depois passa por uma parte quebrada, um clima dark, vocais limpos e volta pra pacadaria, o que me lembrou muito o Crypt of Kerberos.
Desire (The Fallen Will) vem em seguida e segue a mesma linha da primeira faixa, riffs quebrados poderosos, alguns são de bater cabeça. Vocais limpos de muito bom gosto pipocam aqui e ali. Os duetos foi muito bem feito, criando o clima para o solo de guitarra.
A Tired Masquerade começa de uma forma mais calma e com um approach voltado para o dark metal. Guitarras pesadas fazem o contraponto com as linhas de teclado e os vocais limpos aparecem novamente intercalando com os vocais guturais.
Daylight tem uma levada de metal tradicional e apesar dos vocais guturais em algumas passagens, a faixa é bem melódica. Nessa faixa o guitarrista do Lillian Axe, Steve Blaze, participa com um belo solo de causar inveja aos filhotes do Kiko Loureiro.
Redemption é uma faixa muito boa, o instrumental tem uma pegada forte, fraseado de guitarras aparecem por cima de um clima de violão, além de pesado o quarteto norte americano também entende muito bem de melodias.
Para fechar o play temos Lost Inside, que começa com uma pegada power metal e achei com uma forte influência de Iced Earth, os duetos de vocal ficaram muito bom, só que ao contrario da outra faixa que os citei, dessa vez o vocal limpo faz o contraponto ao gutural. Solos de guitarra muito inspirados e encerra de forma ímpar o cd.
Foi a primeira vez que escutei o som deles, e lendo o press release vi que esse se trata do 6º material dos caras. E para os dias de revolta e quando estiver cansado de tanta depressão, fica a dica para um som “diferente”.

 

Cold Colours – The Great Depression (Sleaszy Rider)
1. Deny, Embrace, Define
2. Desire (The Fallen Will)
3. A Tried Masquerade
4. Daylight
5. Days Of Ire
6. Redemption
7. Deceiver
8. Lost Inside

 

 

Contatos:
http://www.facebook.com/coldcoloursmetal
www.sleaszyrider.com

Cadavra – Confesion Cardinal

Um tempo atrás havia recebido um single dessa banda chilena que pratica um som com uma sonoridade gothic rock com algumas passagens eletrônicas, algo como o álbum Host (Paradise Lost) e The Butterfly Effect (Moonspell) e fortemente influenciados por Depeche Mode.
O álbum abre com Laberintos que foi o segundo single dessa banda e é uma musica um tanto empolgante e o refrão um pouco pegajoso e logo você está cantarolando.
A seguinte Trampa também segue na mesma linha mas senti os vocais um pouco mais “tristes” e o refrão é também grudento.
Incierto Viaje tem uma melodia mais deprê, e os vocais de V.P. acabam lembrando os de Mikael Stanne do Dark Tranquillity da fase Projector. A tônica da faixa são a levada de piano/teclado em meio a guitarras semi distorcidas e uma bateria com batidas “meio” eletrônicas.
Niebla é um dos destaques do disco, sua melodia relativamente facil e muito agradavel, aliado ao refrão pegajoso, e na segunda execução dela, certamente você estará cantando, “La niebla cubre la verdad”.
Desatame é uma das mais pesada, apesar das levadas electro/rock dela, na hora que entra a rifferama não tem como não se empolgar.
Encadenado al Tiempo foi a música do single que havia recebido (vide link ).
Alas de Razon também é uma faixa pesada, com uma boa melodia que começa de forma calma e vai envolvendo o ouvinte até dar o “boom”. Com certeza essa faixa quando tocada ao vivo é uma das mais empolgantes em seu show.
Sombras começa de uma forma meio psicodélica, talvez pelo efeito de guitarra, e o riff dela lembra um pouco as bandas americanas de hard rock e a medida que a faixa vai avançando vai empolgando e se você realmente entrar na “vibe” da música/letra facilmente você se imaginará em alguma cena de video clip.
Kingkangel encerra de forma muito boa o play, é a única faixa cantada em inglês e lembra muito Depeche Mode, e fica impossivel não se empolgar.
Para os interessados que entrem em contato com o selo para a aquisição, ou aqueles que desejam a forma digital, esse material pode ser adquirido via iTunes store e ainda vem com um bônus.

 

Cadavra – Confesion Cardinal (FunerART)
1. Laberintos
2. Trampa
3. Incierto Viaje
4. Niebla
5. Destame
6. S&D
7. Encadenado Al Tiempo
8. No Hay Mas Que Creer
9. Alas De Razon
10. Sombras
11. Kinkangel

 

 

Contato:
http://www.jamendo.com/en/album/86867
http://www.funerart.org