Crying Hills Fest

arte-showSerá realizado no dia 1º de Outubro na cidade de Pomerode-SC, o primeiro evento Crying Hills Festival.
Este evento contará com as bandas de Doom Metal da região de Blumenau como: Pain of Soul, Agony Voices, Volkmort (Timbó). Este evento contará com a presença da também catarinense Sodamned, que pratica um potente Death Metal, além da banda Feed the Freak que faz um empolgante Freak Rock, ou, Horror Punk.
A grande presença da noite ficará a cargo da paulistana HellLight, que fará sua estreia em terras catarinenses neste grande evento.

Esperamos a presença de todos lá, pois este evento será histórico para a cena da região do Vale do rio Itajaí.

Acessem a página de eventos do facebook e saiba mais sobre as bandas.

Além das excelentes bandas que já estão no cast dessa primeira edição do Crying Hills , teremos algumas surpresas durante o evento e alguns sorteios.

Uma delas será um sorteio de uma tatuagem fornecida por nossos parceiros da
LADO CLÁSSICO TATOO

https://www.facebook.com/ladoclassicotattoo/?fref=ts

Teremos também no evento a WACHHOLZ DISTRO vendendo os materiais das bandas e fornecendo uma infinidade do nosso underground e também fazendo uma promoção de CDs no dia.

https://www.facebook.com/Wachholz-Distro-1013754512039502/…

Teremos também uma exposição de instrumentos da Eckelberg Luthieria.

https://www.facebook.com/EckelbergLuthieria/?pnref=lhc

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Bloody Hammers – Lovely Sort of Death

bloody-hammers-lovely-sort-of-deathNovo álbum deste duo norteamericano e traz em sua sonoridade um flerte o Dark Rock, coisa que não estava tão evidente no álbum anterior.

Ao todo são 10 faixas em pouco mais de 45 minutos e neste período de audição, nos causa uma sensação que vai da euforia a agonia extrema.

O álbum abre com “Bloodletting on the Kiss”, numa forma lenta porém cativante e sombria, os acordes de guitarra e os vocais cantados de uma forma tranquila por Anders Manga nos passam uma calmaria, uma sensação de êxtase e a sonoridade dos teclados ao fundo nos trazem a mente aqueles filmes de terror dos anos 80.

Indo nesta vibe Darkwave dos anos 80 temos a seguinte “Lights Come Alive”. Apesar da faixa ser um pouco mais animada, conseguimos sentir uma certa melancolia nos vocais de Anders. Mas nada que se compare com o clima soturno e deprimente de “The Reaper Comes”. Faixa que rendeu o primeiro vídeo da banda deste novo álbum. E desde o lançamento, esta foi uma das faixas que mais ouvi, devido a atmosfera negra que a circunda. Não sei citar se é os acordes extremamente baixo dos sintetizadores, se é a guitarra, os vocais hipnotizantes, a bateria tribal ou se é o conjunto  da obra, mas uma coisa posso afirmar, esta é uma das faixas mais sombrias que o Bloody Hammers já escreveu.

“Messalina” vem em seguida e sua levada no baixo logo de cara me trouxe a mente bandas do calibre do The Sisters of Mercy e/ou The Cure, mas é uma faixa que tocaria com certeza nos inferninhos Gothic Rock ao redor do mundo, empolgando quem estiver na pista.

“Infinite Gaze to the Sun” tem seu início pesado para depois flertar novamente com o Gothic e tendo seu resultado muito bom e agradável de ouvir, lembrando vagamente o Evereve do álbum Regret.

Dentro deste apanhado geral ainda encontramos boas faixas como “Ether”, “Shadow Out of Time” e “Catasatrophe”.

Em resumo o que o Bloody Hammers fez neste disco, é quase o mesmo que o Paradise Lost fez com o One Second, mas sem soar tão “eletrônico”. É Doom, é Gothic, é Darkwave, mas continua sendo Bloody Hammers.

Bloody Hammers – Lovely Sort of Death (Napalm Records)
1. Bloodletting on the Kiss
2. Lights Come Alive
3. The Reaper Comes
4. Messalina
5. Infinite Gaze to the Sun
6. Stoke the Fire
7. Ether
8. Shadow Out of Time
9. Astral Traveler
10. Catastrophe

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Napalm Records

Resenha por: Rodrigo Bueno

Luna – Ceremony

luna-ceremony  Lançado no último dia 31 de Agosto o novo single do projeto composto pelo músico DeMort (Anton Semenko), trás como já resenhado por aqui (Ashes to Ashes por Leonardo Reis e On The Other Side of Life por mim) um trabalho sensacional de Funeral Doom Metal mas que certamente deve ganhar acréscimos técnicos e criativos daqui pra frente.

É evidente que o músico continua firme com os riffs e com a cadência fúnebre, mas com menos de 1 minuto entram corais, proporcionando uma sonoridade épica e que transmite um cenário de grandiosidade à faixa. A Solitude Productions ressalta isso na descrição da faixa lançada no Bandcamp, exaltando a nova estrutura de composição e que certamente expande os horizontes não só do grupo mas de albuns do Funeral Doom.

A meu ver a faixa é sensacional e é uma evolução, mas devo alertar que com os corais, arranjos com sinfonias quem gostava da banda mais crua pode não ver com bons olhos esta mudança. Certamente esta faixa é o anúncio de um album grandioso que este ucraniano está aprontando e nós e a Solitude Productions estamos de olho.

Luna – Ceremony (Solitude-Prod)
1. Ceremony

depress5

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Solitude Prod
Bandcamp

Resenha por: Guilherme Rocha

 

Swampcult – The Festival

a2459895900_10Segundo álbum desta banda holandesa desconhecida de uma grande parcela do cenário e que terá o lançamento deste novo álbum agora no início de Outubro via Transcending Obscurity da Índia.

Para poder entender melhor sobre eles, fui obrigado a buscar ajuda com os universitários (Metal-Archives e Youtube).

O disco é conceitual e se baseia nos contos de H.P. Lovecraft, mais precisamente no conto “The Festival” e que dá nome ao material.

Todo o disco conta o passo a passo da história, como se fosse uma trilha sonora para ela. O encarte possui ilustrações de cada capítulo, levando o ouvinte para dentro do universo criado por H.P. e musicado por esses holandeses.

Eu não tenho muito contato com o mundo de H.P. Lovecraft, mas assim como nos contos Edgard Allan Poe e alguns escritores do início do século passado, o início de suas histórias são um pouco amarradas e se o leitor (neste caso) der uma pequena viajada, tem que voltar ao início e ler novamente.

E é o que mais ou menos acontece aqui, o início do álbum até o capitulo 4 é um pouco amarrado, com riffs que se repetem dando uma impressão de ser uma faixa só, o que se torna um pouco cansativo. Mas a partir do capítulo 5 a coisa deslancha, deixando o ouvinte apreensivo sobre qual será o próximo passo.

Não podemos deixar de destacar as ambientações e vocalizações ao fundo, dando uma certa dose de desespero para algumas faixas, principalmente no “Chapter VIII – The Madness”, que nos traz a mente um ambiente escuro rodeado por um pântano e que enquanto menos se espera, Cthulhu poderá emergir dele.

Se você que é familiarizado com este universo irá se deleitar com este disco, agora se desconhece este ambiente, acho melhor correr atrás deste conto e colocar este disco pra rodar enquanto devora o livro.

Swampcult – The Festival (Transcending Obscurity)
1. Chapter I – The Village
2. Chapter II – The Old Man
3. Chapter III – Al-Azif Necronomicon
4. Chapter IV – Procession
5. Chapter V – The Rite
6. Chapter VI – The Flight
7. Chapter VII – The Dawning
8. Chapter VIII – The Madness
9. IX – Epilogue – Betwixt Dream and Insanity

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T ranscending Obscurity

Resenha por: Rodrigo Bueno