Entrevista Hamferð

Recentemente entrei em contato com o guitarrista dessa banda que é uma das surpresas do cenário Doom e que recentemente lançaram seu material onde têm obtido ótimas resenhas. Nessa entrevista falamos sobre o início da banda, o significado por trás do nome, o concepção que envolveu o álbum Vilst er Síðsta Fet, além de uma prévia que ele nos deu do cenário metálico das Ilhas Faroe.

Nos dê um breve histórico desde a formação até a gravação de Vilst er síðsta fet.
Theodor Kapnas – 
Hamferð foi formado durante o outono de 2008. A formação era um pouco diferente naquela época do que é agora. A banda tocou dois shows no The Global Battle Of The Bands nas Ilhas Faroe, um show na primeira rodada e depois um show na final. Depois GBOB a banda entrou em um hiato. Eu (Theodor) me juntei à banda, mesmo estando naquele momento estudando na Suécia, e Esmar, o tecladista entrou para a banda também. Nos dois primeiros shows tivemos uma violinista, mas ela deixou a banda.
De qualquer forma, durante o verão de 2009, escrevemos algumas canções, e nós gravamos nossa primeira demo na Suécia, no outono de 2009. No início de 2010 a banda ganhou uma competição nas Ilhas Faroé, mesmo que metade da banda (membros) estavam no exterior, e funcionou como um trampolim para nós. Tivemos substitutos muito capazes. Ganhamos horas de estúdio livre e a chance de tocar em festivais de grande porte das Ilhas Faroe, e que foi uma grande oportunidade. Tocamos em poucos festivais e outros shows com a formação completa no verão de 2010 e tivemos ótimas críticas. Nós também começamos a gravar Vilst er Síðsta Fet durante o verão de 2010. Eu produzi e mixei o álbum, e nós lançamos em dezembro de 2010. Estamos recebendo ótimas críticas até agora, e vamos fazer nossos primeiros shows no exterior em breve, como nós estaremos em excursão pela Islândia e as Ilhas Faroé com banda islandesa Skálmöld. Por isso estamos em um momento emocionante para Hamferð.

E como surgiu o nome Hamferð? E qual o seu significado?
Theodor Kapnas – Eu não tenho certeza quem sugeriu com o nome, mas foi decidido antes de eu entrar na banda. Há muitas histórias antigas aqui de pessoas que viram seus entes queridos como fantasmas diante dos olhos sem eles terem morrido realmente. Um fantasma, como costumam dizer está “em hamferð”. Este fenômeno foi dito como sendo um aviso de que a pessoa em Hamferð ia morrer, mas se alguém avisar aquela pessoa, ele/ela morreria também.

Como está sendo a aceitação dos doomsters por esse trabalho.
Theodor Kapnas – Nós temos recebido ótimas críticas até agora. O doom-metal.com até chamou o álbum de estréia álbum do ano, por isso estamos todos muito lisonjeados. Fãs de doom metal parecem gostar dele, mas a parte interessante é que um monte de pessoas que não estão normalmente ligados em qualquer (vertente do) metal parecem gostar de algumas das canções.

Apesar de não entender uma palavra sequer, podemos sentir algo muito pessoal nas letras da banda. As letras formam um trabalho conceitual para esse play, ou são apenas poemas?
Theodor Kapnas – As letras são parte de um trabalho conceitual. Jón, nosso vocalista, é o único que realmente sabe o que significa todas as canções. Quando começamos a discutir sobre Vilst er Síðsta Fet, nós estávamos falando sobre ter um tema para o álbum, mas no final isso não veio a ser o que estávamos procurando. Mesmo assim, Jón expandiu o enredo e escreveu episódios a partir disso que ele descreveu como as letras para o álbum. Elas (letras) são muito poéticas e não contam uma história simples, mas elas estão todos interligadas.

Olhando para a arte do encarte e ouvindo as músicas, podemos ver a conexão audio/visual do trabalho. Desde a concepção para esse play, já foi pensado sobre o trabalho gráfico, ou foram coisas que surgiram naturalmente.
Theodor Kapnas – Tudo o que fazemos para a Hamferð é muito conceitual. Nós tentamos tornar a arte visual, as nossas roupas no palco, nossas letras e nossa música de trabalho em conjunto para formar um conceito e não apenas ser uma banda normal, que só toca música. Assim, a capa do álbum foi feita para ser uma parte do conceito. No entanto, nós demos a Hansen Lydia (fotógrafa) e Uni Arting (designer) a liberdade de fazer o que fazem de melhor, e estamos todos muito felizes com a forma como ele saiu.

Sabendo que na Europa tem festivais Doom, já receberam convite para tocar em algum deles?
Theodor Kapnas – Nós não recebemos nenhum convite para tocar num festival doom, ainda não. É muito caro para viajar das Ilhas Faroe para a Europa, de modo a melhor chance de nos chamar é quando estivermos tocando no continente, e será quando estivermos eventualmente em uma turnê. Nós estamos tocando no incrível festival de metal Eistnaflug na Islândia em Julho, que será o nosso primeiro festival no exterior.

Quais os planos para a banda para esse resto de ano de 2011?
Theodor Kapnas – Nós estamos indo para uma tour de duas semanas na Islândia e as Ilhas Faroe com os nossos amigos islandeses Skálmöld. Nós também lentamente começamos a escrever novo material, por isso espero que nós teremos material suficiente para uma continuidade de Vilst er Síðsta Fet no início de 2012. Estamos analisando a possibilidade de talvez sair em turnê pela Europa o mais rapidamente possível, mas não é uma coisa fácil de organizar, por isso não vou prometer nada sobre quando isso vai acontecer.

Para as pessoas que não conhecem a cena musical de seu país, nos dê um parecer do que acontece e quais as bandas que você poderia destacar.
Theodor Kapnas – A cena de metal aqui é muito forte! Metal é provavelmente o gênero mais forte de música nas Ilhas Faroe no momento. Týr é a banda mais famosa daqui, mas eles raramente tocar nas Ilhas Faroe mais uma vez que todos eles partiram para o estrangeiro. Sic tem também excursionado pela Europa e acabaram de lançar um álbum incrível, Fighters they Bleed. Sinarchy vêm trabalhando num novo álbum com o produtor Lasse Lammert, e todos eles estão falando sobre o quão incrível ficou, então eu mal posso esperar para ouvi-lo. Nossos bons amigos The Apocryphal Order, acabaram de lançar um EP de estreia, e é a coisa mais brutal que já foi lançado aqui, de alguma forma vocês tem que conferir! Depois, há o projeto paralelo de Heri Joensen (Týr) chamado Heljareyga, que também contém membros do Sinarchy e The Apocryphal Order, e os nossos grandes amigos Incurse, que têm uma demo em sua página do myspace. Incurse é provavelmente a minha banda favorita no momento, mas eles são definitivamente uma banda ao vivo!

Obrigado por essa pequena entrevista, e gostaria que deixasse suas últimas considerações para os leitores do Funeral Wedding.
Theodor Kapnas – Muito obrigado por lerem a entrevista, vão e confiram as bandas que eu mencionei!

Contato:
http://www.facebook.com/Hamferd
http://www.myspace.com/hamferd
http://www.youtube.com/hamferdofficial

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Lethargy of Death – Necrology

Eis que temos aqui um dos projetos deste músico que já figurou em inúmeras bandas chilenas e aqui se intitula como Emiaj, e este projeto é nada mais nada menos que um puta funeral doom. Andamento arrastado e vocal gutural, lembrando o timbre do Pasi Koskinen (ex-Shape of Despair). Damnation abre essa missa fúnebre nos melhores momentos de Skepticism, para vocês terem uma referência. Guitarras morosas e teclados que vão dando o clima triste. Remains of a Remembrance é uma das mais funestas e atmosféricas faixas, sendo tocado em sua totalidade no teclado, com algumas viagens ao longo dela, e um vocal sussurrado que vai agoniando o ouvinte, nessa hora é bom esquecer o jogo de faca lá na gaveta da cozinha. The Treason traz novamente o projeto em suas linhas perturbadoras e arrastada, envolvendo o ouvinte e convidando para o seu interior e acabar por rever todos os momentos de sua horrenda e insignificante vida. Essential Process seria uma faixa dispensável, se não a encararmos como uma enorme introdução para a bela Adrift, que se o ouvinte não se matou até aqui, com certeza dessa ele não passará. E Finale vem para dar a última pazada de terra em cima do indigente moribundo.
Um ótimo disco para os amantes de melodias depressivas e depreciativas.

Lethargy of Death – Necrology (Endless Winter Records)
1. Damnation
2. Death
3. Remains of a Remembrance
4. The Treason
5. Essential Process
6. Adrift
7. Finale

Contato:
http://www.myspace.com/lethargyofdeath
http://lethargy-of-death.globered.com/
http://endless-winter.ru/

Eclipse Doom Festival V – Edição Especial

Eclipse Doom Festival V – Edição Especial – 06 de Agosto (Joinville/SC)

Bandas:

Lachrimatory – Death/Doom Metal (Curitiba/PR)
Apresentando seu novo álbum “TRANSIENT”
http://www.myspace.com/lachrimatory

Endtime – Death/Doom Metal (Lages/SC)
http://www.myspace.com/bandaendtime

Katharsick – Dark Metal (Joinville/SC)
http://www.myspace.com/katharsick

Sorteio Exclusivo da Persephone D.C de corpete e peça masculina, rodadas de vinho, decoração temática!

Data: Sábado 06/08/2011 – ás 22:00hs
Local: Touch Music Club – R: Blumenau 1321, America – Joinville/SC
Ingressos: R$10,00 (Antecipados na Refuge Wear) R$15,00 (no dia após ás 23hs)
Patrocínio: Persephone D.C, Refuge Wear
Apoio: Camisetas Extremas, Garagem Joinville

Links:
http://www.myspace.com/preludiumproducoes
http://www.myspace.com/eclipsedoomfestival
http://www.lachrimatory.com
http://www.refugerockwear.com.br/
http://persephonedarkclothes.blogspot.com/

Compareçam !!! Ajudem com a divulgação deste evento !!!

Helevorn – Forthcoming Displeasures

Uma grata surpresa vinda das terras espanholas, já em seu segundo álbum nos brindando com seu melodic death doom. O disco abre com From a Glorious Days e uma das coisas que mais nos impressionam, além do senso melódico da banda, são os vocais de Josep Brunet, que vai do gutural ao limpo e volta ao gutural e continua impecável. O timbre gutural do rapaz lembra os tempos áureos do Nick Holmes só que um pouco mais encorpado, talvez pela melhor produção dos tempos de hoje do que há 20 anos atrás. Descent a faixa seguinte é mais doom que a faixa de abertura com um trampo muito bom de guitarras e os “climas de teclado” são na medida certa, sustentando os voices e não atrapalha em nada o som. A quase My Dying Bride Hopeless Truth, vide os vocais que lembram o Aaron Stainthorpe, também é uma faixa fodástica, no melhor sentido da palavra. É um tanto complicado de resenhar esse disco na íntegra pelo fato das faixas serem todas muito boas e ficar destacando essa ou aquela fica um pouco complicado, então é preferível ficar ouvindo e deixar para você leitor o cargo de destacar qual são as melhores. Vale citar ainda as belas passagens de cello em algumas faixas que são de arrepiar e agora nos resta torcer para um novo lançamento e que venha tão bom quanto esse material.

Helevorn – Forthcoming Displeasures (BadMoodMan Music/Solitude Prod)
1. From Our Glorious Days
2. Descent
3. Two Voices Surrounding
4. To Bleed not to Suffer
5. Revelations
6. Hopeless Truth
7. Yellow
8. On Shores (of a dying sea)

Contato:
http://www.helevorn.com/
http://www.facebook.com/pages/Helevorn/82486003461

Nightbitch – Sex and Magic

Como já havia dito em resenhas passada, que o doom se divide em diversas ramificações e as vezes se torna difícil de classificar um álbum/banda para incluir nesse blog. O que temos aqui, apesar da banda ser relativamente nova, os membros já são velhos de guerra, vide o vocalista Phil Swanson (ex-Hour of 13) e o guitarrista Ryan Adams (Ipsissimus), indo na veia do Pentagram, temos aqui um Heavy Doom poderoso. A faixa de abertura Inferno tem um approach mais heavy metal e a seguinte Ritual of Self segue numa linha mais doom com uma passagem sem distorção dando um ar interessante a ela. Na faixa que leva o nome da banda, temos uma levada mais doom do play, com um instrumental bem trabalhado e variações rítmicas que dão uma balanceada na música sem deixa-la maçante. Pra fechar Sex and Magic, com riffs sabbathicos empolgam até os defuntos já falecidos à tempo. Em suma um ótimo ep de estréia desses norte-americanos e espero que logo venha o debut e que encontrem um substituto para Phil, já que o menino costuma trocar de banda como troca de roupa.

Nightbitch – Sex and Magic (PsycheDOOMelic Records)
1. Inferno
2. Ritual Of Self
3. Nightbitch
4. Bloodmoon
5. Sex And Magic



Contatos:
http://www.myspace.com/sexandforce
http://www.psychedoomelic.com/ 

Entrevista Officium Triste

Agora pelo início desse mês entrei em contato com esse que é um dos mais respeitados vocalistas e atuante dentro da cena Doom Metal Holandesa, Pim Blankenstein. Neste bate-papo, nos deu uma atualizada sobre a banda desde seu álbum Giving Yourself Away até os dias de hoje. Nos falou também sobre os planos do novo álbum que está a caminho, do split com o Ophis, e também de sua participação no projeto de Ed Warby ‘The 11th Hour’. Vamos conferir.

O Officium Triste é uma banda que não precisa de apresentações, mas gostaria que nos desse uma pequena biografia desde o álbum Giving Yourself Away até os dias atuais.
Pim Blankenstein – Na verdade, bastante coisa aconteceu desde que o álbum foi lançado em 2007. Primeiro de tudo o nosso guitarrista Johan nos disse que estava nos deixando por isso tivemos de encontrar um novo guitarrista. Fizemos um show na Holanda, que foi um dos últimos shows de Johan e nós encontramos Bram que eu já conhecia de sua antiga banda Imbolc e vê-lo em shows e assim por diante. Então, quando eu lhe disse Johan estava saindo, ele nos disse que estava disposto a entrar em cena. Martin, que vive na Alemanha, disse que realmente não têm tempo para praticar sua bateria muito e que ele decidiu se concentrar nos teclados, então precisamos de um novo baterista. Encontramos Ronald, que tocava no Imbolc com Bram. Outro problema resolvido. Nós então decidimos que queríamos fazer um álbum especial como tivemos o nosso 15 º aniversário como banda em 2009. Nós re-gravamos algumas canções, escrevemos uma nova faixa e fizemos um cover, juntamente com algumas canções que ficaram de fora formam o álbum ’15 Years Of Hurt’.
A próxima coisa era que Ronald não poderia se comprometer com a banda, por isso convidamos um outro baterista (Niels). Nós o conhecíamos da faixa ‘In Age And Sadness’, e ele é o nosso atual baterista. Basicamente é isso o que aconteceu desde o lançamento de Giving ..
Ah, sim, que houve homenagem ao Thergothon éramos parte que foi lançado no mesmo período. Nós gravamos essa canção quando Johan ainda estava na banda.

Como você definiria o Officium Triste e qual música você acha que melhor representa a banda.
Pim – Pesado, porém melodico doom/death metal. É isso o que somos. Isso é difícil, pois temos uma série de aspectos, mas no momento eu diria “A Flower In Decay” do álbum Reason.

Como surgiu o convite para o split com Ophis? E essa faixa será totalmente nova?
Pim – Phil do Ophis me disse sobre esse novo selo espanhol chamado Memento Mori e que eles estavam fazendo uma versão split e queriam fazê-lo conosco. Uma vez que realmente gostamos da música do Ophis, então decidimos fazer, e o contato com a Memento Mori é excelente também. Temos cerca de 20 minutos de tempo disponível e não temos realmente escrito o material ainda, mas temos grandes ideias para este CD split. Vai ser um novo material como foi parte do acordo.

O que você poderia nos adiantar de Mors Viri?
Pim – Nós estamos gravando a música como nós falamos e só precisamos fazer algumas melodias e solos de guitarra e minha voz. Então é mixagem e masterização. Foram registradas seis novas canções e uma faixa acústica e um interlúdio. É basicamente Officium Triste o que você vai ouvir. As músicas são muito legais e esperamos tê-lo com a maior brevidade possível.

O que você acha da atual cena Doom, e qual banda você destacaria.
Pim – Bem, não há um monte de bandas por aí que estão mudando o gênero, mas de vez em quando surgem bandas que são realmente grandes. Há um monte de sub-gêneros dentro de doom e eu estou mais ou menos cansado do tipo de funeral doom metal. Novas bandas que eu gosto são Procession e Black Oath. Estou muito impressionado com a cena em Portugal, com grandes bandas como Before The Rain (confira o seu novo álbum Frail) e Process of Guilt, para citar apenas dois. Eu ainda continuo apreciando bandas como o Solstice, Warning/30 Watt Sun, Ras Algethi, Candlemass, Solitude Aeturnus, My Dying Bride (old). É muita coisa para falar verdade.

O que você já conquistou com o doom?
Pim – Com Officium Triste, simplesmente divertir-se escrever músicas que gostamos e fazendo shows de vez em quando. Em seguida, eu tenho feito a minha parte na organização do Dutch Doom Days. Estamos trabalhando na edição 10 agora. Eu acho que isso é tudo. Talvez os outros são melhores para dizer o que tenho conseguido.

Recentemente você participou de alguns shows com Ed Warby em seu projeto The 11th Hour. Há alguma possibilidade de você participar como convidado num próximo lançamento, ou sua participação será apenas em shows?
Pim – Não, é apenas para os shows ao vivo. Ed escreve e grava a música sozinho e ele tem Rogga Johansson fazendo os vocais guturais e que não vai mudar no próximo álbum. Mas ele me perguntou, bem como de Bram Officium Triste para ajudá-lo com os espetáculos ao vivo, juntamente com alguns outros músicos, como o guitarrista Frank Harthoorn que tocava no Gorefest junto com Ed. Temos alguns shows legais para fazer ainda este ano.
Eu fiz os vocais para gravar o projeto Extreme Cold Winter, que foi iniciado por AJ (Beyond Belief/Temple) e pelo baterista Seth (Severe Torture/Centurian). Fiquem atentos para essas gravações também.

Com essa séria de desastres acontecendo no globo, você acha que o doom metal seria a trilha sonora perfeita para o fim do mundo?
Pim – Primeiro de tudo eu acho que essas desastres são advertências da mãe terra. Este planeta está superpovoado e, se não fizermos algo isso vai significar o fim da humanidade como a conhecemos. Mas será a própria humanidade, que é responsável. A Terra ainda estará lá quando a humanidade tiver passado.
Quanto à trilha sonora poderia ser doom metal, mas poderia ser uma peça clássica, digamos, Wagner também. Poderia ser black metal.
Talvez seja apenas o silêncio.

Agradeço desde já por essa entrevista, e gostaria que deixasse seu último suspiro para seus fãs brasileiros.
Pim – Muito obrigado pela entrevista e certifique-se de conferir toda a música que eu estou envolvido. Espero que possamos ir para o Brasil algum dia.
Cheers!