*Premiere – Arche

O selo Third I Rex disponibilizou o vídeo da banda Arche, do álbum intitulado “Undercurrents” e que tem seu relançamento previsto para Junho deste ano.
O trio finlandês liberou em formato digital e independente em sua página do bandcamp e teve algumas cópias em versão cassete e em edição limitada.
O selo Third I Rex estará lançando sua versão em formato digipak e edição limitada. Quem adquiri-lo, também irá ganhar a versão digital para download e streaming ilimitado através de um aplicativo.
Interessados entrem contato com o selo para saber a melhor forma de aquisição.

Contato:
Third I Rex

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FuneralCast #04

FuneralCast #04 – Tracklist:
1. Dormant Inferno – Veil of Lunacy
2. Stoned Jesus – Here Come the Robots
3. Cauchemar – Nécromancie
4. The Cross – Cursed Priest
5. Morito Ergo Sum – Crows of Hate
6. Conan – Thunderhoof
7. The Taciturn – II
8. The Foreshadowing – Two Horizons

Trilha Sonora: Contempty
Álbum: Trauma

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FuneralCast#03

FuneralCast#03 – Tracklist
1. Fuoco Fatuo – Eternal Transcendence into Nothingness
2. Loss – Depression’s Hammer
3. Ahab – The Thing that made Search
4. Mourning Sun – Spirals Unseen
5. Caligo MMXII – Templo da Desgraça
6. Paradise Lost – Silent
7. Type O Negative – World Coming Down

Trilha Sonora: Archityrants
Álbum: Black Water Revelation

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#StayDoom

FuneralCast#01

FuneralCast #01 – Tracklist
1. Asphodelus – Illusions of Life
2. Akem Manah – Reign of Terror
3. Blizaro – Frozen Awakening
4. HellLight – Dive in the Dark
5. Oceans of Slumber – Solitude (Candlemass cover)
6. Candlemass – Black Dwarf (Mats Leven vocals)
7. Chronobot – Red Nails
8. Into the Dust – Redentor

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#StayDoom

Ennui – Falsvs Anno Domini

SP. 111-15Eu desconhecia totalmente o trabalho deste grupo oriundo da Georgia, pais nada tradicional em reveler bandas de metal, não existe nenhum que eu consiga me lembrar de cabeça e se existe e não me recordo é porque a banda não deve ser tão boa quanto ENNUI. Desconhecendo a banda fui naturalmente procurar seus trabalhos anteriores para ter uma base e crítica com relação ao trabalho inteiro e as sobre as possíveis mudanças podem ter tomado. Não houve mudanças no grosso do som, mas um amadurecimento imenso entre The Last Way, que foi lançado em 2013 e seu mais recente trabalho que este sensacional Falsvs Anno Domini.

O trabalho anterior também é muito bom, seguindo muito mais a linha Funeral Doom que este trabalho mais recente, por ser muito mais pesado, mais grave, enquanto que Falsvs Anno Domini é um trabalho muito mais atmosférico. Um fator importante que pode ter interferido nessa maturidade sonora pode ser a entrada do baterista Daniel Neagoe que é baterista de muitos outros grupos entre eles, Shape of Despair e Eye of Solitude. E a bateria certamente é um dos pontos fortes do grupo neste trabalho, principalmente pelos pedais duplos que são muito bem evidenciados em praticamente todas as faixas, executados de maneira certeira, muito bem encaixados seguidos de riffs marcantes, remento aos riffs cadenciados de Death Metal no estilo serrote hehe.

Os vocais ficam por conta de David Unsaved proporcionando urros cavernosos e profundos que por sua vez também executa as guitarras e teclados assim como Serj Shengelia. Ao meu ver os trabalhos de guitarra aliados aos teclados evoluiram muito com relação ao álbum anterior, pois é nitido a presença de muito mais atmosfera e ambientações diversificadas entre as duas guitarras e o teclado, muito diferente das músicas antigas onde não existia tanta ramificação.

Além de ser um dos melhores trabalhos de 2015 (uma pena que só pude escuta-lo agora em 2016) queria elogiar também não só a arte do logo do grupo como também a capa de seus álbuns que também são muito bonitas e servem de complemento visual para o som amargo e triste da banda. Indicado a todos os fãs de Doom sem restrição a ninguém. Tristeza certa!

ENNUI – Falsvs Anno Domini (Solitude-Prod)
1. Forbidden Life
2. The Apostasy
3. The Stones Of The Timeless
4. When Our Light Dies Forever
5. No Home Beneath The Stars
6. Falsvs Anno Domini

depress5

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Solitude-Prod

Resenha por: Guilherme Rocha

Fallen – Fallen

SP. 107-15.jpgA banda Fallen da Noruega, é uma entidade Funeral Doom que conta com seu fundador Anders Eek como atual e único membro e neste material que foi lançado via Solitude-Prod no ano de 2015 nada mais é que seu único álbum + 2 bonus track.

Na época do lançamento de A Tragedy’s Bitter End, tínhamos em sua line up o falecido guitarrista Christian Loos e Kjetil Ottersen no baixo, teclado, vocais e guitarras adicionais.

Eek e Loos também tocavam junto em outra entidade norueguesa denominada Funeral. Mas vamos no ater neste álbum em específico.

O andamento é lento, arrastado no melhor estilo Funeral Doom, mas não pense você caro leitor, que os vocais de Kjetil são aqueles vocais cavernosos ultra urrados, muito pelo contrário, são limpos, compassados e até mesmo hipnotizantes e podemos sentir isso logo de cara na faixa de abertura “Gravdans”.

O andamento moroso continua em “Weary and Wretched” e aqui os vocais são graves, no melhor estilo Peter Steele, em modo comparativo.

O som do Fallen é majestoso e até mesmo poético numa certa forma de ver e compreender o som que eles fazem. Lembro de ter escutado pela primeira vez logo após o seu lançamento lá em 2004 e havia achado muito bom com excessão dos vocais. Com o passar dos anos e com o amadurecimento pessoal e ao escutar este disco periodicamente, não consigo imaginar uma forma que melhor casasse o vocal ao som do Fallen.

Seguindo adiante outras faixas que podemos destacar em meio a toda essa depressão é “Morphia” e “Now That I Die”.

As duas faixas bonus contidas nesta coletânea são “Drink Deep My Wounds” e “Persephone” que é a versão coverizada do Dead Can Dance.
Ambas as faixas foram extraídas de versões demos do vindouro segundo álbum deles e que certamente nunca iremos ver a luz do dia devido a partida do guitarrista Christian Loss.

Mas fica aqui o belo registro desta banda de Funeral Doom, Fallen.

Fallen – Fallen (Solitude-Prod)
1. Gravdans
2. Weary And Wretched
3. To The Fallen
4. Morphia
5. Now That I Die
6. The Funeral
7. Drink Deep My Wounds
8. Persephone

depress5

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Solitude-Prod

Resenha por: Rodrigo Bueno

Usnea – Random Cosmic Violence

randomcosmicviolence_1500Tirando a poeira de alguns materiais que recebi ao longo do ano passado, eis um que me intrigou pela sonoridade e seu andamento arrastado.
Usnea é o nome deste quarteto estadunidense e que apresenta aqui seu segundo full-lenght e primeiro trabalho via Relapse Records.

Vasculhando o site Metal-Archives, consta que esta banda oriunda de Portland (sempre ela) e que praticam um “Blackened Funeral Doom”, mas ao ouvir a pequena intro que antecede os acordes de “Lying in Ruin” e tendo por base os vocais desesperados e uma prévia do andamento, eles tem flertam (e muito bem) com o Sludge. As alternâncias entre os vocais urrados e gritados casaram muito bem no contexto da faixa.

“Healing Through Death” vem em seguida trazendo todo o desespero iminente num ser humano, visto os vocais agoniados, para não dizer agonizantes, dando um toque em especial ao som. Mudanças de andamento podemos encontrar ao longo de seus 14 minutos e mesmo com essas passagens mais funerais eles mantém em alta a sonoridade, preenchendo possíveis lacunas, prendendo a atenção do ouvinte.

Geralmente as faixas que dão nome aos materiais são as que merecem uma atenção maior, pois elas meio que representam o conteúdo do álbum. E com essa “Random Cosmic Violence” não seria diferente. Ao contrário das outras faixas onde já esfregavam o desgosto da vida na cara do ouvinte, esta começa de forma calma, com alguns arpejos de guitarra e vocais hipnotizantes, para tão logo o ouvinte ser jogado do alto de um prédio com tamanho desprezo transmitidos pelos vocais e o peso das guitarras. Seguimos nessas alternâncias de andamento durante a música, sendo até surpreendidos por uma parte totalmente esporrenta e ríspida, assim como a morte que o espreita.

E para encerrar essa hora de audição, temos “Detritus”, que é o estado que o ouvinte se encontra após a audição desta música. Seguindo na mesma vibe que a faixa anterior, ou seja, arpejos de guitarra dão a tônica da faixa. Esta música é a mais cadenciada do álbum e acaba deixando um gosto de quero mais.

Fãs de Neurosis podem ir sem medo que a diversão está garantida.

Usnea – Random Cosmic Violence (Relapse Records)
1. Lying in Ruin
2. Healing Through Death
3. Random Cosmic Violence
4. Detritus

depress4

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Relapse Records

Resenha por: Rodrigo Bueno