Mantar – Death by Burning

File_1148, 3/21/11, 2:33 PM, 16C, 2848x3627 (1091+1438), 75%, New Setting 2,  1/15 s, R91.6, G87.5, B128.0Lançado no início deste ano via Svart Records, esse duo consegue ser tão barulhento e cativante com seu Sludge Metal.

Contendo apenas guitarra, bateria e voz, eles conseguem em pouco menos de 45 minutos deixar o ouvinte desnorteado como se tivesse acabado de ser atropelado por uma carreta.

O play abre com a esporrenta “Spit”, que é uma escarrada na cara dos menos desavisados. Os vocais de Hanno são verdadeiros grunhidos e tu consegue sentir sua ira em cada verso.

Na sequência temos “Cult Witness” e seu início me lembrou o grandioso Khold, pela sua simplicidade envolvente. No avançar da música, sentimos a mesma ira da faixa anterior emanando pelos falantes.

“Astral Kannibal” é uma faixa bem cadenciada e deve funcionar muito bem ao vivo, pois ela tem peso e uma levada bacana na bateria. E quando menos esperar você está cantarolando o refrão.

“Into The Golden Abyss” mal começa e fica inevitável não esboçar uma bateção de cabeça. A sua levada no decorrer da música é mais lenta, recheada de notas dissonantes e uma boa pegada na guitarra. Vindo na sequência temos “Swinging the Eclipse” onde destacamos a quebrada em seu andamento, no meio da música para  o final, servindo de preparação para a faixa seguinte “The Berserkers Path”.

Essa faixa tem um riff principal, e uma voz meio que narrando ao invés de cantar.

Não sei o porque, mas o timbre desse “vocal” me lembrou o enfadonho grupo Comunidade Nin-jitsu com a sua música Detetive, mesmo eu sabendo que não tem nada a ver.

Passando por esse ponto mediano temos o pique batendo lá em cima com “The Huntsmen”. Essa para mim é uma das melhores faixas do disco. Temos além das guitarras pesadas e grunhidos, um blast beat que deixaria muitos bateristas com inveja. O que mais me chama a atenção, não apenas nessa música mas no álbum todo é essa alternância de tempo e andamentos, sem perder a dinâmica das músicas.

“The Stoning” é outra música que te tira pra bater cabeça no meio da sala. A única coisa que podemos lamentar nessa faixa é ela ter quase 3 minutos, e por muitas vezes eu coloco novamente para rodar.

Chegando ao final do play, temos as duas maiores músicas, “White Nights” e “March of the Crows” respectivamente.

A primeira tem um andamento bem lento, beirando ao Doom Metal e ao entrar os vocais de Hanno o riff começa a soar um tanto apocalíptico.

Não haveria faixa melhor para encerrar o álbum e literalmente se sentir marchando com os corvos. A lentidão e peso da faixa nos brinda com um belo instrumental e nos faz morrer em paz.

 

Mantar – Death by Burning (Svart Records)

1. Spit

2. Cult Witness

3. Astral Kannibal

4. Into the Golden Abyss

5. Swinging the Eclipse

6. The Berserker’s Path

7. The Huntsmen

8. The Stoning

9. White Nights

10. March of the Crows

 

depress4

 

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